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Foto de Avinash Kumar na Unsplash

Louvar, louvar e louvar. Quem louva, zela.

Este trecho é um dos textos deuterocanônicos do livro de Daniel (também chamado de “Cântico das Criaturas” ou Benedite). Assim como São Francisco, Daniel mostra o louvor a Deus por tudo e mesmo diante da dor. Os três jovens, em uma só voz, glorificam, bendizem e exaltam a Deus no meio do fogo. O hino convoca toda a criação — anjos, os céus, as águas, os astros, a Terra, os animais e os seres humanos — a bendizer e louvar ao Senhor eternamente, repetindo o refrão: “porque a sua misericórdia é para sempre” .

Daniel não trata apenas de perseverar na obediência e confiança em Deus. Ele ensina a rezar, a louvar e a seguir, mesmo com dardos inflamados vindos das almas secas disfarçadas de amizades.

Ao invés de destruir, contemplemos a beleza da Casa Comum como se voassemos em tapetes e louvemos ao Senhor porque eterna é a sua misericórdia.

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