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Foto de Elianna Gill na Unsplash

AMAR É AÇÃO

O amor não é algo isolado, ele exige um comprometimento, amar é ação, é viver o amor de Deus na vida contidiana. Como nos diz Santo Afonso Maria de Ligório: “Unicamente a Deus eu hei de amar, na  justa esperança de morrer no seu amor para que o possa amar eternamente, como devo, aspiro e quero!”.

Amar é ação. É um gesto de envolver e de se envolver, ser moradia para o outro. Ama mais quem serve mais.

Servir não é humilhar-se ou perder sua essência. É saber que existe para ser. Ser de identidade e de SERviço. 

Nas palavras de São João Paulo II: “faz parte do ensinamento e da prática mais antiga da Igreja a honestidade de estar obrigada, por vocação – ela própria, os ministros seus ministros e cada um dos seus membros – a aliviar a miséria dos que sofrem, próximas e distantes, não só com o ‘superfluo’, mas também como o necessário”. Este trecho é lido no Texto-Base da CF 2026, n. 139. É a expressão pura de amar: aliviar a dor do outro que é igual em origem. Todos viemos dos Planos de Deus.

Na Doutrina Social da Igreja, há um tópico que afirma: “a ajuda ao desenvolvimento e o anúncio da fé deve andar de mãos dadas. Ao lado da liturgia e da pregação está a caridade, ou seja a prática do amor ao próximo, uma das três funções da Igreja. Remover a mensagem social da mensagem da fé é reduzir o Evangelho a metade.

Não sejamos rasos. Não sejamos moduladores do que Cristo pregou por palavras e por pés missões.

Falemos de Cristo com a caridade estampada em nossos olhares, gestos e pisadas.

Ato de Caridade

“Senhor, Vós sois infinitamente bom e amável, sois meu Pai, meu Redentor e meu Deus: e por isso Vos amo de todo o meu coração sobre todas as coisas, e, por amor a Vós, amo meu próximo como a mim mesmo, e de boa vontade perdôo aos que me têm ofendido. Amém”.

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