Frente as mudanças na sociedade, a ti, cabe agir, não permanecer estático, pois Deus precisa que cada um faça sua parte para que receba de d’Ele a salvação.
“O Deus que te criou sem ti, não te salvará sem ti”, Santo Agostinho.
“É justo que muito me custe o que muito me vale” Santa Teresa D’Ávila.
Ter comprometimento. Atualmente tudo é mais volátil. Não se dança mais a música inteira. Não se assiste a um filme todo. Tudo se reduziu a vídeos curtos, passos simplórios para uma vida que não se vive, só se curte.
Os santos mostram por suas vidas transformadas e ensinamentos a partir das experiências que é preciso se comprometer com a vida. Agir e não falar. Peregrinar e não buscar “caronas”.
Agir para existir. Agir para continuar a existir é o desafio da geração hoje ainda chamada de juventude.
Cabe aos jovens sair da conscientização para ação. Cabe a todos, mas são eles que estarão aqui se tudo piorar sem qualquer freio.
É melhor reduzir o consumo ou simplesmente não consumir mais?
Já se vive certas restrições radicais. E o que fazer?
Culpar o outro muda o cenário?
Busque rever o seu agir, comece por você a ação. Carregue sua cruz e não apenas a arraste.
A força vem da prática.
A santidade se constrói pela repetição do desapego ao que é mais fácil e cumprimento do que é correto, do que é de Deus.

Marcela Amazonas é doutora em Ciências Florestais e Ambientais, doutora em Biotecnologia e engenheira de madeira. No INPA, atua como pesquisadora COTEI, coordenadora de Tecnologia Social e gerente da Incubadora. No âmbito eclesial, é missionária, agente pastoral da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, cooperadora paulina e membro da Comissão de Ecologia Integral da Arquidiocese de Manaus (Regional Norte 1 da CNBB).